sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

"Eu não sou cachorro não" - Garotinho surpreende ao responder pergunta do repórter

Durante a gravação de uma matéria na exposição do Museu de Zoologia da USP (SP), o repórter Márcio Canuto recebe resposta no mínimo inusitada ao perguntar a um jovem visitante do museu o que ele achava do dinossauro.

Não tem como escapar: é risada na certa. O menininho surpreende o repórter e os coleguinhas também. Vale a pena dar uma olhadinha!  




quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O sonho de tocar corações e alimentar sonhos

Dizem que a gente só tem uma vida completa depois que planta uma árvore, tem um filho e escreve um livro. Bom, eu nunca plantei árvore (talvez uma  mudinha de feijão na escola quando era pequena), não tive filhos e nem escrevi um livro, assim de verdade. Sempre quis escrever e agora acho que é o momento para começar a colocar isso em prática.

Quando pensei em escrever um livro, pensei -  Antes de livro, a gente tem que ter história para contar - Livro pode até não ter desenho, mas sem história não há quem dê jeito. Então, me deitei e com as mãos cruzadas sobre a barriga pensei em uma história. 

Veio uma história, e veio outra e aí mais uma. E como escolher entre tantas? E aí tive uma ideia: um conto.

Um conto é uma história pequena, certo? Então vou contar um conto e mais um, e mais um. Assim, que nem Xerazade, que conseguiu escapar da morte contanto histórias maravilhosas. Mil e uma histórias, em mil e uma noites. 

Mas Xerazade escapava da morte, e eu não fujo do Rei Xariar, e não fujo de rei, de príncipe e nem de monstro. Eu não fujo de nada. Para mim, contar histórias é justamente o caminho. O caminho para encontrar o coração de outras pessoas e para encontrar a mim mesma. 

Acho que não tem nada no mundo que eu goste mais do que escrever. Gosto também muito de ler, de viajar nas histórias contadas por outras pessoas. Quando essas outras pessoas são crianças, ah, é melhor ainda. Criança tem um jeito único de contar as coisas. Criança não tem vergonha de estar errada, medo do julgamento dos outros, receio de não agradar. A história é contada assim como tem que ser. 

Meu maior sonho é ser escritora para crianças. E como todo escritor, meu maior desejo é saber que aquilo que escrevo é lido. Não importa quantos seguidores terei em meu blog, desde que uma única pessoa seja tocada pelo que eu escrevo, então meu desejo será satisfeito. 




fonte:http://bibliotecajonas.zip.net




sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

"Playmobil - O Rio no verão é Forte" - uma exposição para crianças de...uns 20 e poucos anos

O calor de rachar continua no Rio e o final de semana promete muito sol para os cariocas. Mais um sábado de praia com certeza. Mas ninguém vai precisar ficar dividido entre pegar jacaré e fazer castelinho de areia ou ir ao museu. No dia 12 de fevereiro, a exposição "Playmobil - O Rio no verão é forte" será aberta ao público no Forte de Copacabana.

O legal é que o Forte fica na praia de Copa e dá para aproveitar o mar e passar na exposição antes de voltar para casa. 
Pra quem é criança de hoje (porque tem criança dos anos 70, 80,tem até criança que já é avó de outra criança) pode parecer um pouco chato, mas eu posso garantir que não é. 

Na minha época de criança, jogar com os boneguinhos de "Playmobil" era uma das brincadeiras favoritas. Uma amiga tinha de tudo; tinha fazenda, tinha todos os móveis, os carros, e milhares de personagens e também animais. A gente virava aquela caixa imensa de papelão onde ela guardava os brinquedos e lá ia a gente passar a tarde toda inventando histórias para os personagens. 

Os bonecos "Playmobil" são bonequinhos divertidos, feitos de plástico e criados na década de 70 (há muiiiito tempo) na Alemanha. Muitas gerações de crianças brincaram com eles e têm saudades destes bonecos sorridentes. Pra quem não conhece, eles são bem pequenos, com menos de 10cm de altura, e têm feições que se parecem com desenho de criança.  


O mais legal é que nesta exposição os bonequinhos aparecem em cenas da rotina do carioca. Tem a mulher de biquini que passeia no calçadão da praia, o jogador de futebol e a menina que se bronzeia nas areias de Copacabana. Além disso, como a mostra vai acontecer em um forte militar, serão apresentados castelos medievais e fortes de defesa.

Quer mais uma dica bacana? O programa é de graça para crianças com até 10 anos de idade e quem leva a carteirinha da escola paga só meia entrada (R$ 7,00).

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

"O mundo mágio de Escher"

Tinha pensado em começar o blog com uma postagem sobre a minha vontade de escrever para crianças. Na verdade (verdade verdadeira e sem dedos cruzados) estava dividida entre falar sobre o meu fascínio pela literatura infantil e um conto para crianças, que eu espero também façam parte do público leitor deste espaço. Mas, o destino aprontou das suas e me levou ao CCBB RJ (Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro) nesse domingo e acabou me deixando fascinada pela exposição "O mundo mágio de Escher".
Não tanto pelos trabalhos expostos - sim, os desenhos do artista holandês Mauritius Cornelis Escher são muito interessantes e curiosos - mas pela quantidade de pessoas reunidas no Centro Cultural, em pleno domingo de sol, com um calor de rachar na Cidade Maravilhosa. E mais: muita, mais muita criança mesmo!
E mais ainda: pais interessados em explicar para os filhos os recursos utilizados pelo artista gráfico para criar as ilusões de tamanho, perspectiva e continuidade. Acho que durante o documentário exibido sobre a vida pessoal e profissional de Escher prestei mais atenção ao olhar compenetrado e curioso de uma menininha sentada no chão ao meu lado do que ao vídeo em si.

Então, pessoal, fica a dica: Não percam a oportunidade de levar a criançada até o CCBB do Rio para curtir a exposição  "O mundo mágio de Escher". O programa deve ser feito até o dia 27 de março.