quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O sonho de tocar corações e alimentar sonhos

Dizem que a gente só tem uma vida completa depois que planta uma árvore, tem um filho e escreve um livro. Bom, eu nunca plantei árvore (talvez uma  mudinha de feijão na escola quando era pequena), não tive filhos e nem escrevi um livro, assim de verdade. Sempre quis escrever e agora acho que é o momento para começar a colocar isso em prática.

Quando pensei em escrever um livro, pensei -  Antes de livro, a gente tem que ter história para contar - Livro pode até não ter desenho, mas sem história não há quem dê jeito. Então, me deitei e com as mãos cruzadas sobre a barriga pensei em uma história. 

Veio uma história, e veio outra e aí mais uma. E como escolher entre tantas? E aí tive uma ideia: um conto.

Um conto é uma história pequena, certo? Então vou contar um conto e mais um, e mais um. Assim, que nem Xerazade, que conseguiu escapar da morte contanto histórias maravilhosas. Mil e uma histórias, em mil e uma noites. 

Mas Xerazade escapava da morte, e eu não fujo do Rei Xariar, e não fujo de rei, de príncipe e nem de monstro. Eu não fujo de nada. Para mim, contar histórias é justamente o caminho. O caminho para encontrar o coração de outras pessoas e para encontrar a mim mesma. 

Acho que não tem nada no mundo que eu goste mais do que escrever. Gosto também muito de ler, de viajar nas histórias contadas por outras pessoas. Quando essas outras pessoas são crianças, ah, é melhor ainda. Criança tem um jeito único de contar as coisas. Criança não tem vergonha de estar errada, medo do julgamento dos outros, receio de não agradar. A história é contada assim como tem que ser. 

Meu maior sonho é ser escritora para crianças. E como todo escritor, meu maior desejo é saber que aquilo que escrevo é lido. Não importa quantos seguidores terei em meu blog, desde que uma única pessoa seja tocada pelo que eu escrevo, então meu desejo será satisfeito. 




fonte:http://bibliotecajonas.zip.net




Nenhum comentário:

Postar um comentário